O mundo esportivo tem grandes vantagens além de despertar paixões, uma delas é o rendimento de bons lucros e negócios. No Brasil, considerado o país do futebol, somente dez torcidas chegam a somar mais de 120 milhões de consumidores. No ano de 2019, antes da pandemia, o estudo da Newzoo mostrou que a indústria de eSports teve um faturamento de US$ 957,5 milhões. Em 2020, com o impacto das medidas sanitárias e da ausência de campeonatos, houve uma pequena queda de 1,1%. Em 2021, o faturamento cresceu em 14,5%, com mais de US$ 1 bilhão arrecadados. Seguindo a expectativa de crescimento, a consultoria de dados acredita que em 2024 a modalidade fature US$ 1,6 bilhões.
Expectativa é de mais crescimento para os próximos anos; confira os números
Hoje em dia, as streams fazem com que a popularidade de algum jogo, ou até mesmo de um jogador, cresça. Além disso, os torneios que são transmitidos para o mundo inteiro assistir dependem destes serviços. Podemos citar Twitch, Youtube e o Facebook como as plataformas de streaming mais conhecidas e importantes para o cenário dos eSports. Aqui é onde tudo começa, com as empresas que desenvolvem e atualizam os jogos. Podemos citar Valve, Riot Games, Epic Games e Blizzard como as mais conhecidas no cenário.
O crescimento do mercado fitness no Brasil reflete uma mudança profunda no comportamento do consumidor. A busca por saúde, bem-estar e qualidade de vida impulsionou o setor, que passou a integrar de forma definitiva o cotidiano de milhões de brasileiros. Em suma, é possível afirmar que as finanças têm um papel crucial no cenário esportivo do país, promovendo a inovação, o desenvolvimento econômico e a valorização dos atletas, equipes e negócios relacionados ao esporte. Apesar do cenário promissor, a indústria do esporte no Brasil ainda enfrenta desafios, como a infraestrutura precária em grande parte do país, a falta de políticas públicas voltadas para a formação esportiva desde a infância e a ausência de uma cultura poliesportiva disseminada. Além disso, é fundamental que os recursos financeiros sejam distribuídos de forma equitativa, beneficiando não apenas o futebol, mas também modalidades menos populares. Esse modelo de gestão poderia servir de inspiração para a comunidade esportiva brasileira.
Funciona de maneira parecida como um clube de futebol, sendo que alguns times do Brasil e do mundo já investem em equipes de eSports. Jogadores conhecidos e famosos podem fazer com que a “tag” seja reconhecida mundo afora. TSM, Cloud9, Team Liquid, FaZe Clan e Geng.G são as organizações mais valiosas do mundo, com um valor de mercado e receita gigantescos. Podemos citar algumas empresas brasileiras como INTZ, paiN Gaming e LOUD, que disputam várias modalidades de eSports. Na ocasião, Kasnar apresentou pesquisa sobre o crescimento da prática esportiva no Brasil. “Procuramos compreender a evolução do esporte no país e analisamos oito modalidades para compreender seus ciclos de vida e em que estágio se encontram, a fim de chegar a uma série de práticas e políticas de decisões”, explicou.
A falta de investimento nesse setor pode prejudicar o desenvolvimento do esporte brasileiro, o que pode ser evitado com uma gestão financeira eficiente. O professor da FGV destacou a importância da reunião para dar uma visão empresarial ao mundo do esporte, com a ajuda da indústria. Percebemos muitas conexões desse mercado esportivo com a indústria brasileira”, afirmou, mencionando, em seguida, cadeias produtivas relacionados à beleza e à cultura no Brasil. “Isso nos ajuda a compreender como o brasileiro enxerga a atividade esportiva”, completou.
O ranking da Forbes também mostra que poucas modalidades figuram na elite financeira do esporte. Entre os atletas que mais ganham no planeta, estão apenas jogadores de basquete, boxe, golfe, beisebol e pilotos de Fórmula 1. O valor, correspondente a 18,2% do total de investimentos produtivos no Brasil, é o maior em dez anos. Para chegar a esse número, o Ipea desconta, dos investimentos brutos divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a depreciação dos bens de capital.
A marca de luxo mais valiosa do mundo é uma fabricante de carros… mas não é a Ferrari
Fundada em 2015 pela jornalista Fabiana Bentes, a Sou do Esporte é uma associação sem fins lucrativos dedicada a fortalecer o ambiente de negócios no mercado esportivo brasileiro. Com nove anos de atuação, a organização tem reconhecimento pelo Prêmio Sou do Esporte, que celebra diversas modalidades esportivas em todo o país. O valor gasto em 2016 foi de R$ 2,9 bilhões, tratando-se de um aumento de 9,1% em relação a 2016. As receitas de todos os times de futebol atingiram no ano de 2016 R$5,4 bilhões, um crescimento de 30% em relação a 2015. “Há uma maior conscientização em relação à necessidade da prática esportiva, pois se criou a relação forte entre qualidade de vida, bem-estar e esporte.
Com um público cada vez mais exigente, o setor exige inovação, personalização e conhecimento de gestão para quem quer crescer de forma sustentável. Para quem deseja iniciar nesse setor ou fortalecer um negócio já existente, vale a pena investir em capacitação prática e acessível. O consumo de suplementos ultrapassou o universo dos atletas e alcançou um público mais amplo, composto por pessoas que desejam melhorar a disposição, equilibrar a alimentação ou acelerar resultados físicos. No Brasil, esse cenário abre espaço para negócios voltados à alimentação fitness, que unem conveniência, sabor e equilíbrio nutricional.
Aplicativos permitem o agendamento de aulas, registro de treinos, acompanhamento de desempenho e comunicação direta com os professores. Neste texto, você encontra dados atualizados e as principais tendências para 2025 que mostram por que esse nicho continua aquecido e repleto de oportunidades para quem deseja empreender, inovar ou atuar profissionalmente no segmento. Foi decidido que o projeto PIB do Esporte Brasileiro abrangerá os números dos anos de 2022 e 2023, consolidando os resultados por segmentos para melhor compreensão do volume movimentado.
Como o esporte pode contribuir para o desenvolvimento econômico de uma sociedade?
Por isso, esse projeto é tão importante para o esporte portal de marketing esportivo e para o país”, completou o velejador. O estudo será financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, pasta em que são feitas pesquisas similares no país. A iniciativa terá parceria da consultoria EY, responsável pela metodologia de análise, e contará com o velejador e medalhista olímpico Lars Grael como embaixador.
“Ou seja, existe uma debilidade no setor esportivo de se unir para ter visibilidade e para mobilizar o poder público”, completou. “Queremos mostrar o protagonismo econômico do esporte e corroborar como este segmento é importante para o país, dando um norte a todos que investem no esporte para fazê-lo de forma mais clara e perene”, afirmou Fabiana Bentes, presidente da Sou do Esporte. A queda de 1,1% no faturamento envolvendo os eSports de 2019 para 2020 tem influência direta no cancelamento dos eventos presenciais.
O marketing esportivo está cada vez mais conectado com a análise financeira, e a Brisa Bet é um exemplo de sucesso no setor. A plataforma não apenas oferece a melhor tecnologia em apostas esportivas, mas também ajuda a moldar o futuro do esporte por meio da análise financeira. Uma referência no mercado de apostas esportivas, a plataforma Brisa Bet é um exemplo de como a análise financeira pode contribuir para a sustentabilidade dos negócios no esporte.